O pedido foi aceito pelo juiz José Antônio Coitinho, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, que justificou a decisão por se tratar de um "equívoco técnico-jurídico.
Segundo o deputado Frederico Antunes (PP), um dos defensores do pagamento do Piso Nacional do Magistério, "o que o Governo do Estado estava fazendo era um arremedo. Estava tapando o sol com a peneira. O piso é Lei e deve ser cumprida", finalizou.
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