A segurança pública é maior preocupação que aflige os gaúchos atualmente. A manifestação é da bancada do PP na Assembleia Legislativa que baseou suas manifestações em plenário nos principais problemas do setor que motivaram a divulgação de uma nota oficial sobre o tema.
Os pronunciamentos tiveram por base o documento, assinado pelo presidente do Partido Progressista, Celso Bernardi e pelo líder da bancada, deputado Frederico Antunes, abre dizendo que “a segurança é a primeira das liberdades. Se não temos segurança que assegura o direito de ir e vir não temos liberdade”.
O texto acrescenta que o Governo Tarso Genro está em seu terceiro ano e a sociedade tem um sentimento de grande decepção porque se trata da principal marca da administração estadual. “Lamentavelmente o secretário de Segurança considera a morte de taxistas um fato pontual, o que passa uma equivocada idéia de que a segurança dos gaúchos vai bem”, também denunciou o deputado Frederico Antunes, líder do partido no Parlamento gaúcho.
Antunes lembrou que, apesar da honradez, da tradição e da dedicação dos integrantes da Brigada Militar e da Policia Civil, “a realidade que o cidadão gaúcho possui é de absoluta insegurança e da falta de combate efetivo da criminalidade, através de ações concretas”, observou Frederico Antunes.
O deputado destacou ainda o imobilismo das autoridades quando lembrou as recentes mortes de taxistas em Santana do Livramento e na capital gaúcha quando citou a manifestação do secretário da pasta de que o episódio era um fato pontual, Usando o espaço destinado às lideranças partidárias, o deputado citou dados contidos na nota do PP que denuncia que a defasagem da Brigada Militar “é a maior desde 1975, sem falar que assistimos a uma farsa com base em presídios de papel”.
A nota enfatiza também que a Grande Porto Alegre é líder nacional em homicídios, “na ordem de 30 homicídios para cada 100 mil habitantes, enquanto o parâmetro da Organização Mundial da Saúde considera que mais de 10 mortes por 100 mil habitantes é epidemia”. Com base nestes dados, Frederico Antunes sentenciou: "Temos uma epidemia quase três vezes maior que a existem em São Paulo !".
O líder progressista considera o descalabro da segurança pública do Rio Grande “consequência da falta de investimentos, através da explosão em baços e de assaltos a postos de combustível em Porto Alegre que chegam ao recorde de cinco ocorrência em uma noite”.
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